O técnico da seleção da CBF se entrega no semblante, não consegue ser ele mesmo, não possui a segurança de outros tempos e acho que pulou etapas como técnico de futebol. Tinha uma trajetória interessante dentro do país, com trabalhos interessantes com o XV de Campo Bom, Grêmio e Corinthians, mas sem experiência internacional, o que na minha opinião dificulta o trabalho dele.
O excesso de experiências com jogadores de segunda linha, a falta de plano tático, os resultados inexpressivos e o contexto das partidas também mostram a dificuldade com as prioridades. Não sei se a prioridade são os jogos Olímpicos de Londres, a Copa de 2014, a formação de uma equipe, não temos ideia de quem são os jogadores que ele confia, qual o esboço da equipe que teremos, não sabemos de nada.
Acho que o Mano entrou numa enrascada enorme, a CBF sofre um desgaste histórico, para os jogadores a seleção não é tão interessante assim. A Copa pode ser uma condenação à forca que Mano talvez jamais supere, será? É esperar e conferir.

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