quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Tabelinha com......... Marcel de Souza (parte 1)


Uma das melhores coisas da vida é termos heróis desde a infância, e outra melhor ainda é poder conviver e se comunicar com estes heróis. Este blog simplesmente está conseguindo algo fantástico, ter no quadro Tabelinha os heróis desse que vos escreve.
Nesta semana, tenho o prazer de entrevistar um dos meus heróis. Homem com visão de mundo e do esporte que ajudou a promover no nosso país. Médico do Programa Saúde da Família, Radiologista, treinador  e um dos maiores jogadores de basquetebol da história do Brasil, tem opiniões fortes, precisas e por isso o Tabelinha desta semana é com MARCEL DE SOUZA!!!!!

Esporte Joinville - A família é muito importante no apoio ao atleta em todas as fases da carreira. Gostaria que você relatasse um pouco da importância da família na sua escolha pelo basquete.

Marcel - Na verdade, nada substitui o treinamento e o tutor. Esse pode não ser da família, que é importante para a formação emocional de todos nós.

Minha família sempre me apoiou e meu pai foi um excelente tutor. Devo tudo a ele.

EJ- Impossível não lembrarmos de momentos épicos da sua carreira como jogador no Mundial de 1978 no último segundo contra a Itália, no título Mundial com o E.C Sírio em 1979 e o título Pan-Americano em Indianápolis em 1987. Qual foi o melhor momento da sua carreira?

Marcel - O basquete é um esporte coletivo e o Pan de 87 foi o melhor momento nesse sentido.

Já a cesta das Filipinas no mundial de 78 foi o que mais marcou a minha carreira como indivíduo.

EJ - Qual a importância do E.C Sírio na tua vida?

Marcel - O Sírio foi o clube que me deu condições de desenvolver todo o meu potencial e embora eu já estivesse na seleção brasileira (aos 16 anos) quando fui para lá, tenho certeza que se não fosse o Sírio, eu não saberia onde poderia chegar como atleta.

EJ - Como foi a ida para os Estados Unidos jogar no basquetebol universitário?

Marcel - Fui para os Estados Unidos porque eu já era cestinha do campeonato paulistano, do campeonato estadual e do campeonato brasileiro, mas continuava “reservão” na seleção.

Quando meu pai foi perguntar aos dirigentes da seleção brasileira se não estava na hora de me darem uma chance, ouviu deles que eu ainda era muito novo, que outros atletas iriam jogar e que eu deveria esperar pela minha vez.

Meu pai então, lhes disse que se era para esperar a vez ele iria me mandar para uma universidade americana (Bradley University).

Eu, é claro, fui. Já no terceiro jogo do ano virei titular e tive uma média de 14,4 pts por partida naquela temporada.

Meu técnico (Joe Stowell) me garantiu que se eu ficasse lá por quatro anos, seguramente jogaria na NBA.

Isso provocou uma reação muito grande no basquete brasileiro e, contra a minha vontade, novamente respeitei as orientações de meu pai, retornei ao Brasil e me tornei titular da seleção brasileira de 76 até as Olimpíadas de 92 quando perdi essa condição e encerrei minha carreira na seleção.

EJ - E a transferência para o basquete italiano, houve alguma dificuldade de adaptação ao jogo e aos métodos de treinamento?

Marcel - Veja bem, eu jogava sem dificuldades no Brasil e fui para o melhor campeonato do mundo, fora da NBA, na época.

Foi um choque ideológico muito grande o qual durou todo o primeiro turno da competição.

Lá fui apresentado ao verdadeiro basquete e até hoje não consegui trazer as minhas convicções, que foram forjadas nessa experiência italiana, para o basquete brasileiro.

EJ - Com o fim da carreira de jogador se aproximando na volta ao Brasil no início dos anos 90, como aconteceu a migração para a carreira de treinador?

Marcel - Quando percebi que eu enxergava o jogo, mas estava sempre um segundo atrasado, ou seja, não reagia com a mesma velocidade de antes, resolvi parar de jogar.

Meu joelho também colaborou muito para a essa decisão.

Entretanto, tinha desejo de continuar no meio do basquete e a opção de ser treinador veio naturalmente.

Encerrei minha carreira num jogo Palmeiras e Santa Cruz do Sul numa sexta-feira e no domingo já era o técnico de Guarulhos.

EJ - Você em 2007, dizia ser a favor de um técnico estrangeiro para a seleção desde que, esse vivenciasse a nossa realidade, o atual técnico da seleção e o anterior conseguiram trazer alguma evolução pro basquete brasileiro?

Marcel - Em 2007, Mike Frink e Flor Melendez sabiam muito bem como funcionava o basquete brasileiro como um todo e eu não criticaria a decisão de torná-los treinadores da nossa seleção.

Frink foi assistente técnico da seleção brasileira em 92 e Melendez já treinou várias seleções além de Porto Rico. Ambos foram treinadores de equipes brasileiras.

O basquete brasileiro sempre esteve entre os melhores do mundo, caso contrário não teríamos tantos jogadores atuando fora do Brasil nos mais diversos níveis.

O que nunca aconteceu na nossa seleção e ainda não acontece atualmente, embora os resultados já estejam aparecendo com uma mudança de atitude dos principais jogadores da nossa seleção, foi o treinamento apropriado.

Até o pré-olímpico de Mar del Plata, treinamos e jogamos como se sempre fez em nossos campeonatos.

O grande valor de Magnano foi treinar e jogar como se faz na Argentina, que é uma potência mundial.

O maior valor de nossos principais jogadores foi o de perceber que Mar del Plata era a “última praia” para que eles pudessem deixar algo de bom para as gerações futuras e para eles mesmos, pois a participação em Olimpíadas coroa a nossa carreira e nos transforma em exemplo para os novos atletas.

No entanto, o que vimos posteriormente a essa grande conquista, no Pan de Guadalajara, foi uma volta ao velho esquema, mesmo com o nosso excelente técnico no comando, o que mostra que ainda não desenvolvemos todo o nosso talento, nem compreendemos o que é seleção brasileira de basquete.

EJ - O perfil do atleta de basquetebol brasileiro mudou? Houve alguma evolução significativa que possa nos colocar como protagonistas em competições de nível mundial?

Marcel - Hoje somos mais fortes, mais ágeis, mais velozes e saltamos muito mais. Além disso, o mundo ficou menor e temos muito mais contato com o grande basquete desde a nossa formação como jogador.

Na minha época não existiam a TV a cabo, nem a internet, que trouxeram entre outras coisas, a cultura esportiva e o melhor basquete do mundo.

Atualmente o grande sonho de um jogador é atuar na NBA ou na Europa. Temos vários deles nessa condição.

De qualquer maneira, nunca deveremos nos esquecer de nossas origens, da nossa criatividade e intuição, que são os fatores que nos diferenciam do basquete praticado no mundo inteiro.

O dilema é colocar nossas características culturais e esportivas dentro de um jogo globalizado, sempre em transformação e desenvolvimeno.

É preciso conhecer ambos os lados dessa equação para atingirmos os resultados que atualmente ninguém acredita que possamos conseguir.


EJ - Os treinadores brasileiros conseguiram evoluir nos métodos de treinamento?

Marcel - Os técnicos brasileiros, em qualquer nível, são pressionados por resultados e tendem a esconder os defeitos de seus jogadores para, por outro lado, evidenciar suas qualidades.

Não acho completamente errada essa pressão, mas isso provoca uma especialização precoce dos atletas e uma formação incompleta de nossos treinadores.

No final, para compensar essa deficiência técnica e de preparação de equipes, utilizamos de relações políticas para alcançarmos nossos objetivos em campo. É o que eu chamo de “gogó”.

Temos em nossos campeonatos excelentes “gogozeiros” tanto na quadra como na direção das equipes (técnicos e dirigentes).

Ora, todos os países, num menor ou maior grau, aplicam o “gogó” em seus campeonatos regionais e nacionais, mas quando o assunto é competição de alto nível, o “gogó” não tem valor de mercado e é justamente essa arma que sempre levamos para o grande basquete (à exceção de Mar del Plata).

Eu não vi ninguém “gogozar” em Mar del Plata. Vi, isso sim, uma equipe treinada, que faria qualquer sacrifício para atingir o objetivo comum (abdicar de glórias individuais, inclusive).

Se não preparamos apropriadamente nossas seleções e equipes, e utilizamos apenas o “gogó” dificilmente chegaremos a algum lugar como esporte e os treinadores têm grande parcela de responsabilidade nisso.

Devido à quantidade de perguntas da minha parte, dividi a entrevista em duas partes, logo posto a segunda parte!! Por enquanto deleitem-se!
É isso aí....

sábado, 10 de dezembro de 2011

NBB - Todos de olho no líder


Flamengo vence o São José, neste sábado, mantém a liderança, mas vê Uberlândia, Paulistano e Brasília também avançando na oitava rodada do NBB


O Flamengo visitou o São José/Unimed/Vinac, neste sábado (10), e conquistou sua sexta vitória consecutiva no NBB. Com placar centenário, 101 a 98, os cariocas mantiveram a liderança isolada da competição, com sete vitórias em oito jogos disputados (87,5% de aproveitamento). O NBB é um campeonato organizado pela Liga Nacional de Basquete (LNB) em parceria com a Rede Globo e patrocínio Eletrobras, Caixa, Penalty e Netshoes.

David Jackson, do Flamengo, foi o cestinha da partida, com 27 poontos - 14 deles no último quarto. Marcelinho Machado, com 23 pontos de 13 assistências, e Kammerichs, com 17 pontos e 14 rebotes, também foram bem e chegaram ao duplo-duplo. Do outro lado, Dedé foi o maior anotador, com 21 pontos. Murilo, 17 pontos e dez rebotes, e Fúlvio, 17 pontos e dez assistências, alcançaram o duplo-duplo.

"A vitória foi muito importante, principalmente por ser um jogo fora de casa e contra um adversário direto na briga pela liderança. Acho que nosso maior mérito foi o jogo coletivo, conseguimos distribuir bem as jogadas, sem sobrecarregar um único jogador", disse Marcelinho.

Na cola do Flamengo, três equipes também venceram nesta rodada e estão bem próximos do líder do NBB. Após perder para a Liga Sorocabana, na quinta-feira, o Unitri/Universo voltou a vencer no NBB. Neste sábado, o time de Uberlândia superou o Itabom/Bauru, por 86 a 84, alcançando a sexta vitória em oito jogos na competição.

O ala/pivô Luis Gruber foi o cestinha do Uberlândia na partida, com 21 pontos, seguido pelos alas norte-americanos Robby Collum e Robert Day, que anotaram 18 e 17 pontos respectivamente. O grande destaque individual do jogo, no entanto, foi o pivô do Bauru, Jeff Agba, que marcou um duplo-duplo de 32 pontos e 12 rebotes. O armador Larry Taylor também anotou dois dígitos em dois fundamentos, 16 pontos e 10 rebotes.

Abaixo do Uberlândia na tabela está o Paulistano/Unimed, que venceu,fora de casa, o Vila Velha/Garoto/BMG, por 81 a 78. Os paulistas, que ficaram atrás durante quase toda a partida, reagiram no último quarto e conseguiram a vitória com uma virada nos minutos finais. O ala Pedro foi o principal responsável pela virada. Com oito pontos e 100% de aproveitamento nos arremessos no último quarto, foi dele a bola de 3 pontos que colocou a equipe paulista na frente, a 49 segundos para o final. Pedro terminou como um dos cestinha do Paulistano na partida, com 17 pontos, ao lado do ala/pivô Felipe, que conseguiu um duplo-duplo, com 17 pontos e 13 rebotes.

"Eles tiveram o domínio durante todo o jogo, mas não deixamos eles escaparem muito, nos mantendo no jogo. No final, conseguimos a virada, com algumas roubadas de bola e bons arremessos. A nossa equipe merece essa vitória, que dá uma moral muito grande para a gente", disse Felipe.

O Brasília também vem crescendo no NBB. O atual bicampeão superou o Winner/Limeira, por 82 a 76, atuando em Sobradinho, a 22km de Brasília. O ala/pivô Guilherme Giovannoni foi o cestinha da equipe, com 22 pontos, mas o armador Limeira, Vitor Benite, foi o maior pontuador da partida, com 23. Com o resultado, os brasilienses chegaram à quinta vitória em sete jogos (71,4%).


Recuperação francana

Após seis derrotas consecutivas, o Vivo/Franca conseguiu uma vitória ao bater, fora de casa, a Liga Sorocabana, por 80 a 70. Os norte-americanos da equipe francana, Basden e Sowell foram os cestinhas, com 22 e 21 pontos, respectivamente. Essa foi a segunda vitória do time de Hélio Rubens em oito jogos no NBB.

Outro que conseguiu se recuperar na competição foi o Cia. do Terno/Romaço/Joinville, que superou o Tijuca, em casa, por 74 a 72. Os alas André Goes e Audrei se destacaram pelo time catarinense, anotando 43 dos 74 pontos da equipe. O Joinville possui, agora, duas vitórias em seis jogos.

Fechando a rodada, o Minas conquistou uma vitória importante sobre o Araraquara, em casa, por 83 a 72. O ala/pivô Leandro teve um bom desempenho ao ser o cestinha do jogo com 20 pontos. Os mineiros tem uma campanha de três vitórias e quatro derrotas, enquanto o Araraquara é o único time que ainda não venceu no NBB.


Confira os resultados da oitava rodada do NBB:

10/12 (sábado)
Vila Velha/Garoto/BMG 78 x 81 Paulistano/Unimed
Itabom/Bauru 84 x 86 Unitri/Universo
Minas 83 x 72 Araraquara
Uniceub/BRB/Brasília 82 x 76 Winner/Limeira
Cia. Do Terno/Romaço/Joinville 74 x 72 Tijuca
São José/Unimed/Vinac 98 x 101 Flamengo
Liga Sorocabana 70 x 80 Vivo/Franca

Basquete de Joinville conquista a segunda vitória!!

Fica o registro da vitória do Cia do Terno/Romaço/Joinville sobre o Tijuca por 74 a 72. Num jogo muito disputado a juventude da equipe joinvilense prevaleceu a experiência dos cariocas.
A nossa equipe conquista a segunda vitória no campeonato e tenho certeza que o segundo a equipe terá um desempenho melhor, pois Tiagão voltará em melhor forma e os jogadores estarão mais entrosados e adaptados à filosofia do técnico José Netto!
O que nos resta é torcer e trazer boas vibrações pra equipe de Joinville!!!!
É isso aí......

Real e Barça

Real Madrid e Barcelona fizeram um jogo muito bom, com todos os ingredientes de um super clássico mundial, jogadas fantásticas, um pouco de truculência, algumas pixotadas e muitos gols.
O Real é um super time, mas o Barça joga o futebol total o tempo todo. Todos os jogadores do Barça marcam, sabem jogar com e sem a bola e o quarteto Xavi, Iniesta, Fábregas e Messi ladeados por Daniel Alves e Alexis Sanches fazem do futebol uma obra de arte em cada jogada.
Aula de futebol coletivo, onde o indivíduo joga pro coletivo e gols são consequência deste pensamento. Bola de pé em pé, bola no chão o tempo todo, uma coisa simplesmente fantástica.
O Real tem super jogadores, um time bem distribuído mas o coletivo do Barça atropela e enerva os jogadores adversários. É a diferença entre um time compacto, que joga com a bola no chão, passes curtos e precisos contra um time mais espalhado que guarda posição, é o confronto contra o futebol científico de Mourinho contra o futebol com base no talento, brilhantismo e coletividade.
Resumindo, o Real joga futebol o Barça joga qualquer coisa inclusive futebol, é quase futsal na grama!!
O placar de 3 a 1 pro Barça em pleno Bernabéu foi ao natural, em forma de aula. Guardiola põe mais caraminholas na cabela de Muricy que do Japão assistiu o jogo coçando a cabeça!!Se cuida Santos!!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

NBB - Flamengo, Pinheiros e Bauru se isolam na liderança


Time carioca supera o Joinville, fora de casa, e mantém o posto de líder do NBB. Pinheiros e Bauru também vencem e seguem na cola do Flamengo.
O Flamengo se isolou na liderança do NBB, nesta quinta, ao superar o Cia. Do Terno/Romaço/Joinville, por 88 a 65, fora de casa. Os cariocas contaram com a vitória da Liga Sorocabana sobre o Unitri/Universo, que até então dividia a ponta com o time do Rio de Janeiro, para garantir a primeira colocação na tabela.

O ala Marcelinho Machado foi o cestinha da partida, com 28 pontos. Também se destacaram o ala/armador David Jackson, com 21 pontos, e o ala/pivô Kammerichs, que conseguiu mais um duplo-duplo, com 19 pontos e 14 rebotes. Do lado catarinense, Luiz Felipe foi o cestinha, com 22 pontos.

"Jogar aqui é sempre difícil. Joinville é uma equipe aguerrida, que marca forte. Hoje, fizemos um bom jogo coletivamente e foi isso que nos levou a vitória", disse Marcelinho que, apesar da liderança do campeonato, preferiu destacar o favoritismo. "Ainda é muito cedo para isso. Temos grandes equipes na competição", completou.

O Pinheiros/SKY segue na perseguição ao líder Flamengo e, nesta quinta, venceu sua partida contra o Vila Velha/Garoto/BMG, no Espírito Santo, por 86 a 54. O ala Marquinhos foi o cestinha da partida, com 24 pontos. Pelo time capixaba, Marcão foi o maior anotador, com dez.

Os paulistas agora tem cinco vitórias em seis jogos e assumiu a segunda colocação na tabela, ao lado do Itabom/Bauru, com 83,3% de aproveitamento.

Os bauruenses também venceram na rodada e superaram o Vivo/Franca, por 92 a 82. Os donos da casa contaram com uma noite inspirada do armador Larry Taylor, 25 pontos, seis rebotes, e 11 assistências, e com a volta do ala Gaúcho, que somou 14 pontos, para conquistar a quinta vitória em seis partidas na temporada. Do lado francano, o ala/armador Kevin Sowell, mais uma vez, foi o cestinha da partida com 30 pontos. Drudi alcançou um duplo-duplo, com 18 pontos e dez rebotes.

Quem também está na cola dos líderes é o São José/Unimed/Vinac, que, jogando em casa, não seu chances ao Tijuca/Rio de Janeiro e conquistou a quarta vitória em cinco jogos no NBB. A equipe contou com 22 pontos do ala/pivô Jefferson e com um duplo-duplo do armador Fúlvio, 13 pontos e dez assistências, para fazer 106 a 91. O destaque do time carioca foi o armador Manteguinha, com 19 pontos.


Minas vence na prorrogação

Numa partida emocionante, decidida na prorrogação, o Minas superou o Winner/Limeira, por 96 a 93. Essa foi a segunda vitória dos mineiros em seis partidas disputadas no NBB. O armador norte-americano do Minas, Mark Borders, foi o grande nome do jogo, sendo o cestinha com 27 pontos. Outro destaque do time mineiro foi o pivô Guilherme, que anotou um duplo-duplo de 22 pontos e 12 rebotes.

"Uma vitória como essa nos dá uma grande injeção de ânimo. Ganhamos um jogo fora em Franca e precisávamos vencer em casa. Tenho certeza que esse time ainda vai muito longe ainda", comemorou o ala/pivô do Minas, Leandro.

Em Brasília, o Uniceub/BRB/Brasília venceu a segunda seguida ao bater, em casa, o Araraquara, por 97 a 79. O ala Arthur foi o cestinha, com 22 pontos, seguido pelo ala/pivô Guilherme Giovannoni, que somou 18 pontos e dez rebotes. No time paulista, o ala/armador Luisinho se destacou, com 22 pontos.

A Liga Sorocaba venceu a terceira no NBB ao superar o Unitri/Universo, por 91 a 80. Jogando em casa, a equipe paulista chegou a estar perdendo por 15 pontos de diferença, mas reagiu no segundo tempo e conseguiu a virada diante do então vice-líder do campeonato.

O armador Kenny Dawkins, com 23 pontos, e o ala Fabrício, com 14, foram os destaques do time sorocabano e os principais responsáveis pela reação na segunda etapa. Do lado mineiro, o armador Valtinho e o ala/pivô Cipolini foram os cestinhas, com 16 pontos cada.


Confira os resultados da sétima rodada do NBB:

08 de dezembro (quinta-feira)

Liga Sorocabana 91 x 80 Unitri/Universo
Vila Velha/Garoto/BMG 54 x 86 Pinheiros/SKY
Uniceub/BRB/Brasília 97 x 79 Araraquara
Cia. do Terno/Romaço/Joinville 65 x 88 Flamengo
São José/Unimed/Vinac 108 x 91 Tijuca/Rio de Janeiro
Itabom/Bauru 92 x 82 Vivo/Franca
Minas 96 x 93 Winner/Limeira

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

NBB - Líder Flamengo visita o Cia do Terno/Romaço/Joinville


Cariocas viajam à Santa Catarina para defender a ponta da competição; Embalado, Limeira encara Minas, neste sábado, com transmissão do SporTV. Confira a sétima rodada do NBB
O Flamengo, atual líder do NBB, entra em quadra nesta quinta-feira (8), diante do Cia. do Terno/Romaço/Joinville, fora de casa. A partida será realizada no Centreventos Cau Hansen, às 20h. O NBB é um campeonato organizado pela Liga Nacional de Basquete (LNB), em aprceria com a Rede Globo e patrocínio Eletrobras, Caixa, Penalty e Netshoes.

Será a primeira vez na competição que os rubro-negros não poderão contar com Leandrinho, que no sábado disputou sua última partida com a camisa rubro-negra e voltou para a NBA. Mesmo sem o ala/armador, o técnico Gonzalo Garcia espera que a equipe siga com o bom desempenho que rendeu cinco vitórias em seis partidas até agora.

"Leandrinho é um jogador diferenciado, de um talento indiscutível e acrescentou muito à nossa equipe. Mas o time foi montado sem ele e agora vamos tentar manter o mesmo nível de jogo. O Joinville merece nosso respeito e vamos atrás de uma vitória fora de casa que, mais para frente, pode fazer muita diferença", disse o treinador.

O Joinville conquistou sua primeira vitória na temporada no último sábado, diante do Vila Velha/Garoto/BMG e, na terça-feira, conquistou o octacampeonato estadual. Jogando em casa, o técnico José Alves Neto quer que a equipe esteja focada na defesa para tentar surpreender o líder Flamengo.

"Temos visto que o campeonato é muito duro, muito difícil, e a equipe do Flamengo, sem dúvida, é uma das favoritas ao título, mas temos buscado a cada dia melhor a qualidade da nossa equipe. Para a gente ter alguma possibilidade de vencer temos que tentar surpreender defensivamente e aproveitar a partir daí", analisou o comandante da equipe catarinense.


Franca busca reabilitação em Bauru

O Vivo/Franca tem uma missão complicada para tentar a reabilitação nesta quinta. O time do técnico Hélio Rubens visita o Itabom/Bauru, no Ginásio da Luso, às 20h.

Os francanos tem uma vitória em seis partidas, mas contará com os retornos do ala/pivô Drudi, poupado na última partida com dores nas costas, e o trio de norte-americanos Sowell, Basden e Johnson, que não puderam entrar em quadra na segunda-feira contra o Winner/Limeira, pois na data original do confronto ainda não estavam com a situação regularizada.

"Nós passamos por um momento de muito irregularidade. Os americanos fizeram poucos treinos e participaram só de três jogos. Agora, mais entrosados e com mais conhecimento de onde eles estão, a tendência é nossa equipe melhorar", analisou o armador Helinho. "Temos que focar na parte defensiva, pois sabemos que vamos jogar contra uma equipe de poder ofensivo muito grande", completou.

Às 21h, o embalado Limeira, que soma três vitórias consecutivas, continua sua perseguição aos líderes e encara o Minas Tênis Clube, na Arena Vivo, em Belo Horizonte. O SporTV transmite ao vivo a partida.

Mais três partidas serão realizadas às 20h. Na capital federal, o Uniceub/BRB/Brasília recebe o Araraquara, no Ginásio da ASCEB. No interior paulista, o São José/Unimed/Vinac encara o Tijuca/Rio de Janeiro, no Ginásio Lineu de Moura. Já os capixabas do Vila Velha/Garoto/BMG enfrentam o Pinheiros/SKY, no Tartarugão.

Mais cedo, às 18h, a Liga Sorocabana entra em quadra contra o atual vice-líder da competição, o Unitri/Universo. A partida será realiazada no Ginásio Gualberto Moreira, em Sorocaba.


Confira as partidas da sétima rodada do NBB

08/12 (Quinta-feira)
18h - Liga Sorocabana x Unitri/Universo
20h - Vila Velha/Garoto/BMG x Pinheiros/SKY
20h - Uniceub/BRB/Brasília x Araraquara
20h - Cia. do Terno/Romaço/Joinville x Flamengo
20h - São José/Unimed/Vinac x Tijuca/Rio de Janeiro
20h - Itabom/Bauru x Vivo/Franca
21h - Minas Tênis Clube x Winner/Limeira

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tabelinha (mais que especial) com....WILSON FRANÇA!!


Wilson Leonel Pinto de França, por este nome talvez te lembre alguém, mas quando a vinhetinha ia pro ar com "Wilson, Wilson França!!" era batata! Tinha emoção, verdade e bom senso vindo pela frente. Pra mim, ele é o cara! Sou fã demais, tenho uma relação com o rádio que só as paredes do meu quarto testemunharam quando criança e o meu parceiro das quartas, sábados e domingos era ele, sim o Tabelinha de hoje é com o mestre, que muitos chamam carinhosamente de dinossauro,  é rockeiro, amante da boa música, do bom papo, seu texto é uma flecha, sua inteligência admirável, ele é WILSON FRANÇA!!!!!


Esporte  Joinville -      Como aconteceu o rádio na sua vida? 
Wilson França - Tinha 14 anos e jogava futebol no time do Colégio São José, em P. União. Meu pai era da diretoria de outro clube e o colégio, onde eu já tinha um jornalzinho (mimeógrafo) mandou um padre falar com minha mãe, prometendo um trabalho na Rádio União, seu continuasse jogando no time. Fui trabalhar na rádio, como redator de notícias. Morreu o ponta direita e nasceu o radialista.  

           EJ - Qual foi tua primeira experiência?  O rádio esportivo aconteceu de que forma? 
WF - Nos Jogos Estudantis da Primavera, em União da Vitória, meu trabalho era buscar as escalações de times (volley, basquete) para alguém transmitir. Cansado e meio sob efeitos etílicos, o narrador, sem me avisar, colocou-me no ar e eu transmiti o 1º jogo de volley da minha vida. 

           EJ - Tens alguma mania antes de narrar ou comentar os jogos? 
          WF - Sim, de beber somente água e alimentar-me pouco, no dia da transmissão.


          EJ - Qual a importância da música na tua vida, e quais os gêneros que mais aprecia?
        WF - Creio que minha mãe influenciou muito e na família do meu pai todos arranhavam algum instrumento. Gosto de tudo (menos esse tal de “universitário” e seus asseclas), mas prefiro MPB, Jazz, Blues e principalmente rock.

          EJ - Tem alguma referência dentro da mídia? Qual e Porquê? 
        WF - Ildo Campelo, pelas poesias (que pouca gente conhece), sarcasmo, cultura, crítica. João Saldanha, pelo estilo, criatividade, posições políticas. Dualcei Bueno de Camargo (narrador) pela preocupação em narrar o jogo, sem criar situações teatrais.

          EJ  - Boa parte da família envolvida com comunicação, tá no sangue? é vocação? 
         WF - Nossa mãe, que é comunicativa, sem ser comunicadora (Olha o Édipo, aí!) sempre nos encaminhou para a música e literatura e o pai (torcedor de futebol) nos fez pegar gosto pelo jogo.

          EJ  - Qual o gol que narraste que nunca sai da cabeça? 
        WF - Foram tantos, que é difícil citar um. Mas arrisco: o de Basílio contra a Ponte, na final do campeonato paulista que tirou o Corinthians da fila depois de 23 anos; o de Nunes, em P.Alegre que deu o campeonato  brasileiro ao Flamengo; alguns de Tonho, Nardela, Zé Paulista e tantos outros.


          EJ - Qual a tua seleção do JEC de todos os tempos? Pode ter banco e tudo! Quais os treinadores que mais gostastes? 
      WF - Fazer seleções do Jec é difícil, pois cometeria injustiças. Treinadores fica mais fácil: Alcino (Simas), Velha, João Francisco, Diéde (Lameiro), Arthur Netto,(Wagner) Benazzi.

          EJ - O que preferes narrar, comentar ou escrever? 
      WF - Por ser conhecido do futebol, às vezes esquecem de perguntar, o que mais gosto, que é ser apresentador de programas. Mas, depois disso, pela ordem: escrever, narrar e comentar.

       EJ - Considerações finais, espaço aberto para colocar o que quiseres ou algo que não foi perguntado e gostarias de responder! 
WF - Sempre, por ser pai coruja, gosto de citar que amo muito quatro homens: meu pai, meus filhos Francis (engenheiro químico), Bruno (eterno Drop-Out) e meu neto Bernardo.


Fico honrado e muitíssimo feliz em poder colocar no ar uma entrevista com um dos meus heróis de infância.
Este foi o tabelinha com o mestre, o NOSSO NOSSO NOSSO (sempre que vejo um gol do JEC, é a primeira coisa que vem a cabeça, em cada gol do acesso, a minha narração mental, era com o França e o bordão) WILSON FRANÇA

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

JEC! O Day after!

A comemoração do título da série C acabou agora no fim de tarde, com o dirigente Nereu Martinelli divulgando as ações do clube para o fim do ano e o início de 2012.
Nereu inicia a coletiva dizendo que o técnico da equipe sub-20 Gonzaga Miliolli será o comandante da equipe para a pré-temporada e do início do campeonato Catarinense.
A contenção de gastos é a tônica do clube, que precisa conter investimentos, já que a campanha da série C foi dispendiosa.
Começando com a já anunciada não renovação do técnico Arturzinho.
Houve o anúncio de dispensas e tudo o que se previa no sábado se confirma. Ronaldo Capixaba e Renato Santos deixam o tricolor e acertando provavelmente com o Avaí. O goleiro Max, acompanhado de Wanderson, Tarracha, Diego Zanutto e Eduardo Salles deixam o JEC a partir de hoje.
Ivan fica até o fim do ano,assim como Jonathan, Eduardo, Linno, Pedro Paulo, Charles ,Fabiano Silva, Badé, Gilton, Mateus, Glaydson, Tarcísio, Jocinei, Ramon, Ricardinho, João Henrique, Lima, Bruno Rangel, Aldair e o garoto Kiko ficam e serão a base do tricolor para o próximo ano.
O jogador Enio fica até o fim do catarinense, Jailton será devolvido ao Atlético PR e poderá ser negociado para voltar ao JEC e Tiago Real teve seu empréstimo renovado.
O clube buscará jogadores para a próxima temporada, que terá início com a reapresentação no dia 02 de janeiro.
A direção preocupada com as finanças não faz loucuras e corre atrás de parceiros e investidores para que o grupo fique mais forte mas dentro do orçamento.
Isso é uma boa notícia, e a torcida fica na expectativa para que o 2012 seja melhor que o ano que está acabando.
É isso aí, tudo começa com planejamento e pés no chão. Pra mim o JEC está dando um exemplo de profissionalismo sem pirotecnia ou factóides.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Brasileiro e seus vencedores

O final do campeonato brasileiro da série A teve algumas emoções, pelo menos até o momento em que Renato  Abreu empatou o jogo entre Vasco e Flamengo, aos 11 min da segunda etapa. No mais, muito nervosismo e atitudes pouco inteligentes dos jogadores em todos os jogos onde havia muita coisa em disputa.
O Corinthians mereceu o título pela regularidade, soube jogar o campeonato e o técnico Tite soube gerir o elenco e as dificuldades.
O Vasco teve um grande ano, com um time médio conseguiu fazer uma grande campanha, onde o destaque ficou com o zagueiro Dedé e o goleiro Fernando Prass.
O Fluminense teve uma campanha muito irregular, mas com uma grande arrancada e grandes atuações de Fred e Deco conseguiu chegar ao terceiro lugar, outro destaque na minha opinião foi o Abel Braga que teve a competência pra fazer o tricolor das Laranjeiras chegar ao terceiro lugar
O Flamengo foi um time bipolar, jogou grandes jogos em alto nível e muitos jogos pífios, a vaga na pré-Libertadores acabou sendo um prêmio.
O Internacional conseguiu aos trancos e barrancos chegar na pré-Libertadores e ao quinto lugar no brasileiro.
A temporada ainda não terminou, pois tem o Santos de Neymar e Ganso na disputa do Mundial de Clubes da Fifa.
AGORA o destaque mesmo ficou pro JEC, o melhor aproveitamento de todos os campeões brasileiros de todas as divisões. Faz com que a permanência de Arturzinho e de jogadores como Lima, Ramon, Ricardinho, Pedro Paulo e o monstro Ivan "Der Sar" "Banks" será primordial para uma boa campanha no catarinense e na série B de 2012.

sábado, 3 de dezembro de 2011

NBB - Leandrinho se despede do Flamengo neste sábado


Ala/armador faz seu último jogo no Brasil antes de retornar à NBA; Franca e Brasília reeditam final; Veja tudo sobre a rodada do NBB
A passagem de Leandrinho pelo Flamengo está chegando ao fim. Com o término do locaute da NBA, o ala/armador terá de retornar ao Toronto Raptors, equipe com a qual tem contrato por mais uma temporada, e realiza sua última partida no Brasil neste sábado, no Rio de Janeiro.

O adversário será a Liga Sorocabana, que visita o Ginásio do Tijuca Tênis Clube, às 18h15. Na partida, Leandrinho receberá uma homenagem da Liga Nacional de Basquete (LNB). O NBB é uma competição organizada pela LNB em parceria com a Rede Globo e patrocínio Eletrobras, Caixa, Penalty e Netshoes.

Foram pouco mais de três meses no clube carioca e que vão deixar saudades. Com Leandrinho em quadra, o Flamengo conquistou o sétimo título carioca consecutivo, avançou para a fase final da Liga Sul-Americana e figura entre os líderes do NBB, com quatro vitórias em cinco jogos.

"Posso dizer que foi um período maravilhoso da minha carreira. Só tenho a agradecer à Patrícia Amorim [presidente do clube], à toda a diretoria, ao técnico Gonzalo Garcia, aos meus companheiros de equipe e a todos que trabalham com o basquete no clube. Todos me receberam de braços abertos, fizeram me sentir em casa", disse Leandrinho.

"Os torcedores do Flamengo são apaixonados e me acolheram aqui. Quando cheguei, me falaram que vestir a camisa rubro-negra tinha um sabor diferente. E tem mesmo. É indescritível", completou o ala/armador, que deve embarcar rumo ao Canadá já na segunda-feira.

Nos cinco jogos disputados até agora no NBB, Leandrinho entrou em quadra em todas e foi o cestinha rubro-negro em duas delas. Suas médias na temporada são de 18 pontos, 2,2 rebotes e 4,0 assistências.

"Foi um salto de qualidade na equipe. Leandrinho é um jogador de muita habilidade, muito trabalhador e que se doou 100% para a equipe", comentou o técnico Gonzalo Garcia.

Tentando "estragar" a festa de despedida de Leandrinho, a Liga Sorocabana terá dois desfalques. O pivô Rafael Mineiro e o armador Rafael Malfi se recuperam de lesão e devem retornar apenas na próxima semana.

"Para nosso time, nada é impossível, mas vamos jogar contra uma das equipes favoritas para vencer o campeonato. Vamos tentar fazer um bom jogo, mas sabemos da força do Flamengo", disse o técnico Rinaldo Rodrigues, reconhecendo o favoritismo carioca.


Reedição da final

Uma partida deste sábado promete pegar fogo no interior de São Paulo. Isso porque o Vivo/Franca recebe o Uniceub/BRB/Brasília, reeditando a final da última temporada do NBB. É a primeira vez que as duas equipes se enfrentam após a decisão do título, vencido pelos brasilienses, por 3 a 1. O Ginásio Pedrocão, em Franca, será o palco da partida, que tem início marcado para às 18h.

E as duas equipes precisam vencer para se reabilitar na competição. Ainda sem engrenar na temporada 2011/2012, as duas equipes vem de derrota nos últimos compromissos. Na última quinta-feira (1), Franca acabou perdendo em casa para o Minas Tênis Clube, enquanto Brasília foi à Uberlândia e não conseguiu bater o Unitri/Universo.

"Nós estamos com alguns problemas neste início. Trouxemos três norte-americanos que, por uma questão de documentação, chegaram com a competição em andamento e isso causou uma dificuldade de entrosamento grande", analisou o técnico do Franca, Hélio Rubens.

"Precisamos melhorar o nosso ritmo, porque ainda não estamos correndo da maneira como gostaríamos. Mas isso é questão de tempo e de trabalho. Como no ano passado, espero um jogo muito disputado contra Franca", disse o ala/pivô do Brasília, Guilherme Giovannoni


Líder encara clássico

Em primeiro lugar na classificação, o Unitri/Universo tem pela frente o maior rival, o Minas Tênis Clube, neste sábado. Às 17h, no GInásio do UTC, o time de Uberlândia busca a vitória para se manter na ponta do NBB.

"Pelo menos em casa a gente tem que vencer. Contra Brasília fomos muito bem, temos que tentar repetir isso no sábado. Independente de estar em primeiro ou não, conseguir essa vitória é importante", disse o armador Valtinho

Com o apoio de suas torcidas, o Cia. do Terno/Romaço/Joinville e o Araraquara entram em quadra neste sábado atrás da primeira vitória na competição. Às 20h, Joinville encaram o Vila Velha/Garoto/BMG, no Centreventos Cau Hansen. Mais cedo, às 18h, o Araraquara recebe o Paulistano/Unimed, no Ginásio do Clube 22 de Agosto.

Abrindo as partidas de sábado, o Tijuca/Rio de Janeiro recebe o Itabom/Bauru, às 16h. Os cariocas vem de uma vitória contra a Liga Sorocabana, enquanto os paulistas não conseguiram passar pelo Flamengo, na quinta-feira.


Confira as partidas deste sábado no NBB:

03/12 (sábado)
16h - Tijuca/Rio de Janeiro x Itabom/Bauru
17h - Unitri/Universo x Minas Tênis Clube
18h - Araraquara x Paulistano/Unimed
18h - Vivo/Franca x Uniceub/BRB/Brasília
18h15 - Flamengo x Liga Sorocabana
20h - Cia. do Terno/Romaço/Joinville x Vila Velha/Garoto/BMG